Instituto Geológico, Quinta Feira, 17 de Janeiro de 2019
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  Museu Geológico - MUGEO
  Classificação Sistemática dos Minerais
       Possui em torno de 500 espécies minerais brasileiras, em grande parte do próprio Estado de São Paulo.
              
       Esta coleção está organizada de acordo com a classificação sistemática dos minerais, isto é, com a filiação química de cada mineral (Óxidos, Sulfetos, Carbonatos, Silicatos, etc). Os minerais possuem propriedades físicas, químicas e ópticas relativamente homogêneas, que permitem classificá-los através de métodos específicos, por sua estrutura, dureza, cor, brilho e peso.

       Os minerais são, em geral, sólidos, de composição química característica (elementos compostos), na maioria formados por processos inorgânicos. Em geral, os minerais apresentam-se em cristais, com faces externas planas, relacionadas à sua estrutura de crescimento. Já os mineralóides reúnem sólidos ou líquidos, sem formas definidas (não cristalinos), como o vidro vulcânico, âmbar, o carvão mineral e o petróleo.

       Existem vários processos de formação dos minerais, decorrentes de gases e líquidos em fusão, lavas vulcânicas, dissoluções químicas e recristalização. A origem e as diferentes composições químicas explicam a variedade dos minerais, havendo uma distinção daqueles que contribuem para a formação das rochas, com os de ocorrência restrita.

       Na natureza existem cerca de 2000 espécies de minerais, sendo que apenas uma dúzia forma mais de 99% do volume global da crosta terrestre. A maior parte das rochas é constituída pelo grupo dos silicatos, que reúnem, entre outros, os minerais mais comuns da crosta terrestre, como: feldspatos (60%); os anfibólios e piroxênios (17%); quartzos (12%); micas (5,2%); olivinas (2,6%).

       Desde o surgimento da Terra, há cerca de 4,6 bilhões de anos, as rochas vêem sendo originadas e destruídas por processos naturais. Essa variação constante das unidades rochosas é denominada Ciclo das Rochas. É fundamental compreender que esse ciclo representa a dinâmica de transformação da crosta terrestre, mas sua intensidade e atuação são descontínuas no tempo e no espaço.

       Neste Museu poderão ser encontrados minerais e rochas de vários tipos:

       Minérios - rochas e minerais de onde o homem obtém materiais úteis
       . Metálicos - ouro, ferro e cobre
       . Não Metálicos - enxofre, calcita, argila

       Jazidas Minerais - acúmulo de minerais
       . Garimpo de ouro e diamantes,
       . Jazidas de ferro

       Cristais - apresentam faces planas e lisas
       . Ametista, calcita, turmalina

       Meteoritos - corpos originários do espaço sideral, compostos de ferro e níquel
       . Meteorito Avanhandava

       No estudo das rochas e minerais é necessário entender alguns conceitos básicos de rochas, elas são classificadas de acordo com sua origem em:

       Magmáticas ou Ígneas - resultante da recristalização do magma (material em estado líquido). Elas se subdividem em intrusivas ( quando resfria e solidifica dentro da crosta terrestre -Exemplo: Granito) e extrusivas ( quando resfria e solidifica na superfície da terra - Exemplo: Basalto).

       Sedimentares - formadas a partir da solidificação de sedimentos (partículas) - Ex.: areias, argilas, seixos e cascalhos.

       Metamórficas - são rochas formadas previamente e modificadas sob novas condições de pressão e temperatura. Ex. Calcário - Mármore Granito -Gnaisse.

       As rochas constituem toda a base estrutural da crosta terrestre, palco de contínuas transformações ao longo do tempo geológico da Terra.

       Assim, as rochas apresentam-se como registros concretos dessa dinâmica, e nos ajudam a contar a história do Planeta.



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