O enfoque utilizado nos projetos é a definição de fragilidades e potencialidades do meio físico e sua espacialização. Os resultados aplicam-se diretamente ao planejamento urbano e territorial. As fragilidades, comumente estudadas, dizem respeito a processos geodinâmicos (erosão, escorregamentos, inundações), áreas degradadas e/ou contaminadas, uso inadequado de recursos naturais (recursos minerais não metálicos e recursos hídricos subterrâneos), conflitos de uso do solo com a legislação.
As potencialidades que mais têm sido destacadas são relacionadas ao uso racional de recursos naturais (recursos minerais não metálicos e recursos hídricos subterrâneos), aptidão dos terrenos para a instalação de empreendimentos (disposição de resíduos, loteamentos, áreas industriais, reservas naturais). Os produtos esperados são Cartas de Aptidão de Uso e Ocupação do Solo, Cartas de Áreas Críticas e Cartas de Qualidade Geoambiental.